sábado, 5 de junho de 2010

Enquanto Houver Vida Viverei.

A Aids é um problema muito sério não só para a sociedade brasileira, mas também para todo o planeta. Este livro aborda a Aids, sua transmissão pela transfusão de sangue e os preconceitos e medos que gera nas pessoas. Relacionamento familiar e outros aspectos que envolvem aqueles que convivem com a doença também são abordados neste livro.

O livro relata a história de um adolescente que desde sua puberdade sonhava com uma moto nos seus 18 anos, num dia de tal alegria conseguiu a tão sonhada moto, em meio à chuva que não incomodava ele fez questão de passar de casa em casa, amigo a amigo mostrando que seu sonho havia se tornado realidade, assim em meio à chuva que não parava, aos amigos que o chamava e pedia que ele desacelerasse aquela moto. Com muita velocidade ele vê a sua frente um fusca abrir a porta e o lançar a metros de distancia, quando ele acordara percebe que esta em um hospital mais não consegue entender o que havia acontecido, mais recordava do som da voz de um medico que repetia insistentemente: Ele precisa de sangue, faça uma transfusão de preça. passado alguns dias ele já recuperado ele de depara com o amor da vida dele, Clarinha, menina meiga com quem sonhava se casar e ter filhos, assim foram acampar com uma turma do colégio. numa tarde chuvosa resolverão entregasse aquela linda tarde e resolverão correr na chuva, e trocaram beijos inesquecíveis , ao voltar para casa ele resfriou-se, assim piorando cada vez mais a ponto de ter que se internar. intrigado com sua baixa potência imunológica o medico pede um hemograma completo e detecta que ele havia contraído o vírus HIV, a família não acreditava, ninguém aceitava e ele que não tinha ciência percebia olhares seguidos de choros, ninguém quis contar, até que seu avô resolve terminar com a angustia...Contar foi um choque . depois de muito se perguntar porque logo ele? ele passa pro estagio de abandono e rejeição dos amigos, em fim o preconceito. mais ele aprende que o importante é se aceitar e fazer os outros se aceitarem. assim ele mantém seu espírito vivo para todo um sempre.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Momentos Que Não Voltam

Hoje eu acordei com uma nostalgia dos meus tempos de infância, daquele tempo em que eu não me preocupava com nada, não tinha problemas, não tinha provas, não tinha que acordar cedo, não tinha preocupações, não planejava o futuro. Eu apenas vivia. Brincava na rua sem medo, tantas brincadeiras, cada dia era uma diferente. Andava de bicicleta sem as mãos, usava roupas que hoje eu tenho vergonha até de falar, não usava maquiagem nem dava importância pra cabelo e aparência, dançava na calçada, jogava todos os jogos que tinha, enfim, eu era uma moleque hahaha. Eu brinquei de boneca até os meus 13 anos, tinhas os melhores amigos do mundo, não tinham momentos de tédio nem dias chatos. Era tudo festa, tudo alegria, só diversão. Eu não tinha do que reclamar. Eu ia bem na escola sem precisar estudar muito, era uma das melhores alunas da sala [eu não tenho modéstia]. É incrível como a vida podia ser maravilhosamente boa. Eu chorava só quando ficava de castigo ou quando levava umas palmadas da mamãe, e chorava de dar risada; não tinha crises existências nem depressões. Minhas dores eram só de barriga e não no coração&alma. Eu não tinha duvidas quanto a que profissão seguir, faculdade, e cursos. Eu era feliz e não sabia. E hoje vendo essas crianças dessa nova geração eu fico imaginando como elas serão quando tiverem a minha idade, nessa geração dominada pela tecnologia, onde a musica influencia em suas vidas, onde a mídia diz o que você tem que fazer e como agir, crianças, que já sabem tudo sobre sexo, crianças de 10 anos que fazem coisas que eu só fui fazer aos 15, crianças que pularam a infância e passaram direto para a adolescência. Eu era feliz e não sabia. Hoje eu tenho orgulho da minha infância, e digo com sinceridade que foi a melhor época da minha vida. Não tenho vontade de voltar àquele tempo, pois eu cresci, eu mudei, amadureci e evolui, e o meu presente é conseqüência do meu passado. Eu não sou do jeito que gostaria de ser, mais já que sou assim eu aceito e tento melhorar cada dia mais. Eu agradeço todos os dias a Deus pela vida e por mais um dia de vida. Eu sou grata pelos meus amigos, e por tudo que eu tenho hoje. Meus sonhos, meus devaneios, meus ídolos, a coisas que eu aprendi, os lugares e pessoas que conheci, tudo é motivo pra eu sorrir. E sentir saudades é prova de que meu passado foi bom. Tudo está gravado na memória, guardado no coração!

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Há Momentos

Há momentos na vida em que sentimos tanto a falta de alguém que o que mais queremos é tirar esta pessoa de nossos sonhos e abraçá-la. Sonhe com aquilo que você quiser. Seja o que você quer ser, porque você possui apenas uma vida e nela só se tem uma chance de fazer aquilo que se quer. Tenha felicidade bastante para fazê-la doce. Dificuldades para fazê-la forte. Tristeza para fazê-la humana. E esperança suficiente para fazê-la feliz. As pessoas mais felizes não têm as melhores coisas. Elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos. A felicidade aparece para aqueles que choram. Para aqueles que se machucam. Para aqueles que buscam e tentam sempre. E para aqueles que reconhecem a importância das pessoas que passam por suas vidas. O futuro mais brilhante é baseado num passado intensamente vivido. Você só terá sucesso na vida quando perdoar os erros e as decepções do passado. A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar duram uma eternidade. A vida não é de se brincar porque um belo dia se morre.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Um pouco de mim..

Sou filha única, mas tenho uma prima que é quase uma irmã. E por isso, não sou tão mimada...conheço quem tem 10 mil irmãos e é mais mimado que eu. Muitos me conhecem só pelo meu apelido. Conheço muita gente, muita msm...mas amigos mesmo, ''sei'' que são poucos os que ''levo'' cmg. Tenho um grupo de mais ou menos 15 amigas que andam juntas a mais ou menos 10 anos. Minha mãe é sem dúvidas a melhor mãe do mundo...e amiga tb. Tenho meus pais como meus eternos aliados. Agradecerei eternamente por tudo que eles fizeram e fazem por mim. Sou do signo de câncer...por tanto muito romântica. Sou apaixonada por borboletas...e sonho um dia estar entre elas. Amo chocolate. Mas muito mesmo. Sou morena e vou morrer morena. Tenho os meus ciúmes. Acredito que pessoas erram e se arrependem de verdade. Acredito no perdão e no poder de um abraço. ''Prefiro'' doce... (apesar de amar torta de frangO). AMO comer besteiras. Sou chata demais, mas sou extremamente legal. Gosto muito de falar...e fala com todo mundO. Não acredito em felizes para sempre, mas acho demais o tentaram loucamente. Sou viciada em ler. Adooooro idosos e suas sabedorias. Sinto falta da minha Avó. Aprendi muito mais do que ensinei. Ainda tenho muito que aprender. Todo mundo mente...mas que existem mentiras e mentiras, isso é fato. Amor virou banal...mas o meu não. Sem minha família e minhas amigas, minha vida não teria sentido. Namorar não é perder tempo, é crescimento. Só água mata minha sede. Cerveja de dia. Vodka à noite. Espumante pra perder a noção. Mcdonalds cura ressaca. Domingo é dia de preguiça. Falo palavrão. Tenho várias manias. Sou organizada até demais. Prefiro o campo. Não suporto calor demais e amo frio. Junho é o melhor mês do ano. Festas Juninas! Apesar de dizerem que não, eu sou muito tímida. "Te amo" não sai fácil, mas quando sai é de verdade. Respiro música. Meu ipod é minha melhor companhia, depois dos meus livros é claro. Amo filmes e cinema. Teatro me fascina. Odeio errar. Odeio poucas coisas, prefiro adorar. Já me falaram que minha marca é meu sorriso. Gosto de surpresa. Arrependo-me de pouquíssimas coisas. Não tenho sorte no amor. Gosto de dançar. Gosto de baladas...Mas quando estou afim. Sou igual a todo mundo. Sou só assim e um pouquinho mais...

quarta-feira, 26 de maio de 2010

εïз Quando eu nasci, ninguém me prometeu que daria tudo certo. ninguém me garantiu que meus amores seriam correspondidos,ou que o sucesso andaria sempre junto comigo. ninguém me assegurou que os meus amigos seriam Realmente amigos. e que eu sempre teria dias sensacionais! ninguém me fez acreditar que eu seria capaz de ajudar todas as pessoas queridas que precisassem. que nunca faltaria dinheiro ou que sobraria. ninguém me convenceu de que eu teria sempre tudo o que quisesse. então não posso reclamar de nada! a vida não é contrato, a vida é fato! não me façam ser quem não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente: Sou DIFERENTE! não sei e nunca soube amar pela metade,sou sempre EU mesma! O jeito é ir vivendo. Não quero planos para meu futuro, quero sonhar com o inatingível. Não sei bem o que quero, mas sei o que vou evitar. Não desistirei sem tentar, ser feliz só depende de mim... portanto acredito em um FINAL feliz. εïз
"♥"... Eu paro para pensar, e vejo que o que eu achava que era perfeito, não é tão perfeito assim. Essa vida, é uma montanha-russa. Sobe e desce todo dia, e mudamos de opinião todo segundo. Por mais rodeada de pessoa que estejamos, a única coisa que nos acompanha são as lembranças, as recordações. Elas estarão sempre no coração ! Está tudo errado mas mesmo que nada esteja como eu quero, vou vivendo e tentando ser feliz, por que isso é o que mais importa!"♥"

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Antes que elas cresçam.

Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos. É que as crianças crescem. Independentes de nós, como árvores, tagarelas e pássaros estabanados, elas crescem sem pedir licença. Crescem como a inflação, independente do governo e da vontade popular. Entre os estupros dos preços, os disparos dos discursos e o assalto das estações, elas crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância. Mas não crescem todos os dias, de igual maneira; crescem, de repente. Um dia se assentam perto de você no terraço e dizem uma frase de tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura. Onde e como andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu? Cadê aquele cheirinho de leite sobre a pele? Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços, amiguinhos e o primeiro uniforme do maternal? Ela está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça. Ali estão muitos pais, ao volante, esperando que saiam esfuziantes sobre patins, cabelos soltos sobre as ancas. Essas são as nossas filhas, em pleno cio, lindas potrancas. Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão elas, com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros ou, então com a suéter amarrada na cintura. Está quente, a gente diz que vão estragar a suéter, mas não tem jeito, é o emblema da geração. Pois ali estamos, depois do primeiro e do segundo casamento, com essa barba de jovem executivo ou intelectual em ascensão, as mães, às vezes, já com a primeira plástica e o casamento recomposto. Essas são as filhas que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias e da ditadura das horas. E elas crescem meio amestradas, vendo como redigimos nossas teses e nos doutoramos nos nossos erros. Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos. Longe já vai o momento em que o primeiro mênstruo foi recebido como um impacto de rosas vermelhas. Não mais as colheremos nas portas das discotecas e festas, quando surgiam entre gírias e canções. Passou o tempo do balé, da cultura francesa e inglesa. Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas. Só nos resta dizer “bonne route, bonne route”, como naquela canção francesa narrando a emoção do pai quando a filha oferece o primeiro jantar no apartamento dela. Deveríamos ter ido mais vezes à cama delas ao anoitecer para ouvir sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de colagens, posteres e agendas coloridas de pilô. Não, não as levamos suficientemente ao maldito “drive-in”, ao Tablado para ver “Pluft”, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas merecidas. Elas cresceram sem que esgotássemos nelas todo o nosso afeto. No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, comidas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhas. Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de sorvetes e sanduíches infantis. Depois chegou a idade em que subir para a casa de campo com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma aqui na praia e os primeiros namorados. Esse exílio dos pais, esse divórcio dos filhos, vai durar sete anos bíblicos. Agora é hora de os pais na montanha terem a solidão que queriam, mas, de repente, exalarem contagiosa saudade daquelas pestes. O jeito é esperar. Qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco. Por isso, os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável afeição. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto. Por isso, é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que elas cresçam. ''Affonso Romano de Sant'Anna''